Publicado por: Pedro Cordier | 28/10/2008

[POESIA] Brumas Vermelhas

Ventava adiante
e ainda assim,
inebriado e galante,
Ele prosseguiu…
Pensava em destino
Dragões e princesas,
paixões e desejos…
Quando a ponte ruiu…
Percebeu receio,
omissão e descrença
em cada palavra,
Que ela proferiu…
Havia algo
que não se entendia…
Soprou-lhe um verso,
Que não se ouviu…
Fitou-a nos olhos
Empunhou o seu arco
Montou seu cavalo
E apenas partiu…
Uma eterna lembrança
restou ao poeta,
refeito da paixão
que nunca existiu…

Pedro Cordier
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